31 de maio de 2012

Atendimento ao cliente - o exemplo do Outback


Algumas semanas atrás inaugurou em Floripa o primeiro Outback de Santa Catarina (eeeh). Adoro o restaurante (conheço tantas unidades que tenho vergonha de dizer quantas, rs), mas evitei os primeiros dias porque sabia que a espera seria enorme. Contudo, dia 20 desse mês fui jantar lá com o Rahel. Depois de mais de duas horas de espera (sim, duas horas!), fomos acomodados numa mesa ao lado de outra na qual havia cerca de 20 pessoas. A tal mesa agia como se estivessem em casa, falando exageradamente alto (pra não dizer gritando), de forma que era difícil conversar.

Solicitamos outra mesa à garçonete, mas, mesmo com promessas de nos acomodar em outro lugar, ficamos cerca de uma hora na mesma mesa, só passando raiva. Pagamos a entrada e as bebidas e desistimos de jantar. Pedi para falar com a gerente e expliquei para ela que a noite havia sido absolutamente frustrante, especialmente porque eles nos disseram que já estavam limpando outra mesa e, 40 minutos depois, nada havia sido feito! Enfim, pelo valor que eles cobram, pelo tempo de espera, pela proposta do restaurante... ficamos muito decepcionados mesmo!!! Ela me ouviu na maior atenção, disse que eu tinha toda razão e nos convidou para retornar na semana seguinte para jantar a convite deles, para tirar nossa má impressão.

No dia 27 de maio, voltamos e o atendimento foi excelente, apesar de eu só ter dito que havíamos sido convidados no final, quando já estávamos prontos para ir embora. Acertamos apenas os 10% do serviço e ainda comemos sobremesa, rendendo-nos ao apelo do garçom, que insistiu muuuito! Sério, eles insistiram para comermos mais depois que descobriram que éramos convidados!

A moral da história é que, diante de um cliente insatisfeito a melhor coisa que um gerente/proprietário pode fazer é ouvir. No caso, a postura da gerente foi tão tranquila e aberta que ela transformou uma péssima impressão, numa ótima impressão.

Passar por dificuldades (seja por que motivo for) é absolutamente normal, o importante é ouvir o cliente!! Recentemente nossa amiga Pri, do Saboreando Floripa, passou por uma situação super chata ao ser intimidada e ofendida pelo dono de um bar na Trindade, tudo porque ela fez um post sobre o lugar, falando de pontos positivos e negativos e o proprietário do bar não curtiu! Gente, oi? Grosseria com o cliente (seja pessoalmente, seja depois, por email) é o oposto do que se espera... esteja o cliente satisfeito ou não! 

Então fica meu elogio ao Outback nesse caso, que sirvam de exemplo para tantos outros lugares que preferem ter razão a ter clientes felizes.


30 de maio de 2012

Coluna das Quatro: A simples arte do espresso perfeito


Por José Cândido de Borba Neto

Em nosso último comentário acerca de cafés especiais, apresentamos um novo conceito para o consumo do café espresso, baseado, agora, não em pequenos intervalos das atividades diárias, mas na busca de um novo mundo de sabores, aromas e texturas.
Mas para tirar proveito dessa miríade de sensações, o domínio de alguns conceitos básicos é imprescindível. A velha xícara escaldada de café transbordando um líquido preto, fluído e quase transparente deve dar lugar a um recipiente aquecido pelo fundo, portando um espresso denso, espesso e de coloração caramelo e com, no máximo, 30 ml. Em vez de açúcar para mascarar o gosto de iodo, de dipirona e de queimado, apenas muita atenção aos sentidos, observando sua cor e sentindo-lhe o aroma, o corpo, o sabor doce e, finalmente, o longo e desejado retrogosto.

Ristretto, visto de cima.
Espresso com muito pouca água; algo em entre 10 e 15 ml. 
Pronto! Agora que você já é um apreciador de cafés especiais, falta apenas entrar na cafeteria de sempre e pedir ao “cidadão em frente à máquina de espresso” um ristretto, certo?
Infelizmente não é bem assim. Para que um café espresso exprima tudo o que o grão pode oferecer é necessário – fazendo curta uma longa estória – que o grão seja 100% da espécie arábica; que tenha sido plantado em terras altas com controle razoável de umidade e insolação; que seu beneficiamento seja adequado à cultivar (substantivo) e que seja bem torrado visando à materialização das características provenientes do terroir, emprestando-se o termo do mundo do vinho. Ah, e, por fim, deve ser moído somente no momento do consumo, para evitar demasiada oxidação, observando, ainda, que, diferentemente do vinho, o café deve ser consumido muito novo, algo em torno de 5 a 30 dias da data da torra, a fim de aproveitar-se ao máximo seus predicados.
Agora, sim, estamos prontos para nos aventurarmos na selva de excelentes cafeterias disponíveis em sua cidade, e nos deliciarmos com o melhor espresso, não é? Bom, quase, pois para que o espresso seja perfeito, como dizem os italianos – aperfeiçoadores da arte – precisamos de 4 “Ms”: macchina, macchinazione, miscela e mano, que em bom português significa que é preciso que sua cafeteria do coração tenha uma boa máquina de espresso, um excelente moinho, que trabalhe com cafés especiais e, por último, que seu barista – aquele, em frente à máquina, lembra? – tenha um excelente domínio de todo o processo. Do contrário, tomar espresso só mesmo com muito açúcar, balinha, biscoitinho... 

José Cândido de Borba Neto
Empório Sweet Home/Craft Beer
Cafés Especiais, Cervejas Especiais e Vinhos
Florianópolis – Santa Catarina – craft@craftbeer.com.br

29 de maio de 2012

Cappuccino Ice Caferazzi - quente!

Oi again pipow!


Lembram que experimentei este cappuccino ice uns dias atrás? 
Senão, clica aqui!

Pois então, como a embalagem dizia que o produto poderia ser consumido quente, resolvi experimentar!


Derramei o conteúdo em uma panelinha e comecei a mexer.
Ele dá uma leve engrossadinha, nada demais.

Depois, peguei um mixer e dei uma "aerada" no cappuccino.


Finalmente, experimentei.

Olha, continuou aquela doçura que eu não sou fã.
Mas ficou mais gostoso. Prefiro as bebidas quentes, com certeza!

E aí, aprovado?

28 de maio de 2012

TNT Santa Catarina

Oi pipow!

Não se preocupem, o mundo ainda não vai acabar!!! rss



Na quinta-feira, dia 31 de maio haverá aqui em Floripa a primeira edição do TNT ou Thursday Night Throwdown, que nada mais nada menos trata-se de uma competição de Latte Art na qual baristas (do Brasil todo) farão diversas "artes no leite" para ver quem faz melhor!
Bacana né?

São apenas 20 vagas para baristas e 50 para visitantes.
Valor de inscrição para os competidores é de R$ 20,00, os visitantes pagam R$ 10,00.

Mas corre lá, é preciso fazer um cadastro na internet!

Acesse a página do evento  no Facebook aqui.
Lá você encontra informações e o cadastro de inscrições, que se encontra neste link AQUI. E pronto.

É só comparecer!
As Quatro estarão lá!! Queremos conhecer alguns de nossos leitores!

Dia 31/05/12 às 19h30min.
Na Empório Sweet Home
Rua São Jorge, n. 160, Centro.
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